.smart2

Pixel do Facebook e API de Conversões: passo a passo

Pixel do Facebook e API de Conversões (CAPI) passo a passo: criar o pixel, gerar o token, deduplicar com event_id, medir a qualidade e cuidar da LGPD.

Guilherme Augusto · Smart² MKT DIGITAL

· 19 min de leitura

Capa do artigo: Pixel do Facebook e API de Conversões: passo a passo
Neste artigo

Resumo rápido

  • O pixel registra no navegador o que as pessoas fazem no site, e a API de Conversões manda os mesmos eventos pelo servidor.
  • A Meta recomenda usar os dois juntos, deduplicando com o mesmo nome e o mesmo event_id pra não contar duas vezes.
  • Abaixo, os seis passos, do pixel ao teste, o action_source certo pra venda no WhatsApp, os erros comuns e a LGPD.

O pixel do Facebook (hoje chamado de Pixel da Meta) é um código que vai no seu site e conta o que as pessoas fazem depois de clicar no anúncio: visitar uma página, mandar um formulário, comprar. A API de Conversões (CAPI) manda esses mesmos eventos pelo servidor, e também os que acontecem longe do site, como a venda fechada no WhatsApp. A Meta recomenda usar os dois juntos, com um cuidado pra não contar duas vezes. Este é o passo a passo, seguindo a documentação oficial.

Os nomes de botão seguem a Central de Ajuda da Meta em português, e as regras técnicas seguem a documentação para desenvolvedores, conferidas em outubro de 2026. O Gerenciador de Eventos muda de cara com frequência; se um botão estiver com outro nome, ele costuma estar no mesmo lugar.

O que é o pixel do Facebook e o que é a API de Conversões

O pixel é um trecho de JavaScript. Segundo a documentação do Pixel da Meta, ele usa os cookies do Facebook pra reconhecer o visitante e, por padrão, registra as páginas visitadas e o aparelho. Com ele você mede conversões, cria públicos de quem visitou o site e roda anúncios de catálogo.

A API de Conversões liga o seu servidor, a plataforma do site, o app ou o CRM direto à Meta. Os eventos que chegam por ela são tratados como os do pixel: entram na medição, nos relatórios e na otimização dos anúncios, como explica a visão geral da API.

Pixel do Facebook e API de Conversões: o evento sai pelo navegador (pixel) e pelo servidor ou CRM (API de Conversões) com o mesmo event_id, e a Meta conta uma vez só

Por que usar os dois

A Meta chama isso de configuração redundante: os mesmos eventos saindo pelo pixel e pela API. As boas práticas oficiais dão dois motivos:

  • O pixel perde eventos por problema de conexão ou erro no carregamento da página. O servidor cobre esse buraco.
  • Tem conversão que não acontece no site. O lead que vira venda dias depois, no WhatsApp ou no telefone, o pixel não vê. A API manda.

Pra quem vende por conversa, o segundo motivo é o que importa: é ele que ensina o anúncio a trazer gente que compra, e não só gente que preenche formulário.

Antes de começar: o que você precisa

  • Acesso ao Gerenciador de Negócios da Meta e ao Gerenciador de Eventos, com permissão de desenvolvedor no negócio (sem ela, o link de gerar token nem aparece).
  • Acesso ao site: ao código, a um gerenciador de tags ou à plataforma onde o site foi feito.
  • Domínio verificado no Gerenciador de Negócios. A URL de origem do evento deve bater com o domínio verificado, segundo os parâmetros do evento.
  • Política de privacidade e aviso de cookies em ordem. A gente volta nisso na parte de LGPD.

Passo 1: criar o pixel no Gerenciador de Eventos

Como criar o pixel do Facebook no Gerenciador de Eventos em cinco passos: abrir o Gerenciador de Eventos, clicar em Conectar dados, escolher Web e Conectar, dar nome e Criar pixel, informar a URL do site e Verificar, e escolher API de Conversões e Pixel da Meta

Os nomes abaixo são os da Central de Ajuda da Meta em português, na página Como configurar e instalar o Pixel da Meta:

  1. Acesse o Gerenciador de Eventos da Meta.
  2. Clique em Conectar dados, selecione Web e clique em Conectar.
  3. Digite um nome pro pixel (o nome da empresa ou do site) e clique em Criar pixel.
  4. Insira o URL do site e clique em Verificar. Se houver integração de parceiro pra plataforma do seu site, ela aparece na tela; se não, clique em Avançar.
  5. Escolha entre Obter orientação (a recomendação da Meta) e Faça você mesmo. No segundo caminho, selecione API de Conversões e Pixel da Meta ou Pixel da Meta somente. Pode começar só pelo pixel e ligar a API no passo 3.

No menu à esquerda do Gerenciador de Eventos, o pixel aparece em Conjuntos de dados, com o nome e a identificação (o ID). É a mesma coisa: o número que a Meta chama de ID do pixel é o ID do conjunto de dados.

Já tem pixel? Use o mesmo. A Meta pede o mesmo ID pros eventos do navegador e do servidor, de acordo com a página de primeiros passos.

Passo 2: instalar o código do pixel no site

O pixel tem um código base, que contém o ID e dispara sozinho o evento PageView em toda página que carrega. A Meta recomenda colar esse código entre as tags <head> e </head> de todas as páginas, normalmente no cabeçalho fixo do site (instalar o pixel).

Três jeitos de instalar:

  • Plataforma do site (loja virtual, construtor de sites, plugin): você cola só o ID do pixel num campo.
  • Gerenciador de tags (como o Google Tag Manager): o código entra por uma tag, sem mexer no site.
  • Direto no código: alguém com acesso ao site cola o código base no cabeçalho.

Pra conferir, abra o site e veja se o PageView aparece no Gerenciador de Eventos. A extensão Meta Pixel Helper, do Chrome, mostra na hora se o pixel disparou e se há erro.

Os eventos padrão que importam pra quem gera lead

O PageView só diz que alguém abriu a página. O que interessa são os eventos padrão das ações que contam (lista oficial):

Evento Quando disparar
Lead Formulário de contato ou orçamento enviado
Contact Clique no botão de WhatsApp ou telefone
Schedule Agendamento feito
CompleteRegistration Cadastro concluído
SubmitApplication Inscrição ou candidatura enviada
Purchase Compra ou venda fechada, com valor e moeda

No navegador, o evento sai com uma linha: fbq('track', 'Lead');. Os nomes são esses, em inglês e com essa grafia: o mesmo nome vai ser usado na API de Conversões.

Passo 3: gerar o token da API de Conversões

O token é a senha que autoriza o seu servidor a mandar eventos pra aquele pixel. O caminho, com os nomes da Central de Ajuda da Meta em português, na página Configurar a API de Conversões:

  1. Acesse o Gerenciador de Eventos e clique em Conjuntos de dados, no menu à esquerda.
  2. Selecione o nome e a identificação do pixel.
  3. Clique em Gerenciar integrações, encontre a integração da API de Conversões e clique em Concluir configuração.
  4. Clique em Gerar token de acesso e copie o token pra um lugar seguro.

Segundo a documentação para desenvolvedores, o link de gerar token só aparece pra quem tem permissão de desenvolvedor no negócio. Trate o token como senha: ele vai no servidor ou na ferramenta que envia os eventos, nunca no código do site, onde qualquer visitante consegue ler.

Passo 4: mandar o evento pelo servidor

Aqui entram três caminhos, do mais simples ao mais trabalhoso: a integração de um parceiro (plataforma do site, CRM, ferramenta de marketing), um gerenciador de tags no servidor ou a integração direta, programando o envio. A página de primeiros passos lista os três. Na integração direta, o envio é um POST pra https://graph.facebook.com/{versão}/{ID_DO_PIXEL}/events com o token (como enviar).

Um evento de lead, simplificado:

{
  "data": [{
    "event_name": "Lead",
    "event_time": 1795431600,
    "event_id": "lead-8f3a2c",
    "action_source": "website",
    "event_source_url": "https://www.studioaurora.com.br/aula-experimental/",
    "user_data": {
      "em": ["<sha256 do e-mail em minúsculas>"],
      "ph": ["<sha256 de 5511999990000>"],
      "external_id": ["<sha256 do id do contato no seu sistema>"],
      "client_ip_address": "203.0.113.10",
      "client_user_agent": "Mozilla/5.0 ...",
      "fbc": "fb.1.1795431000000.AbCdEf123",
      "fbp": "fb.1.1795430000000.1234567890"
    }
  }]
}

As regras que mais derrubam envio, todas da documentação oficial:

  • Obrigatórios: event_name, event_time e action_source. Pra evento de site, também event_source_url e client_user_agent (boas práticas).
  • event_time em segundos, no máximo 7 dias no passado. Um evento mais velho que isso faz a Meta recusar o lote inteiro (parâmetros do evento).
  • E-mail, telefone e nome vão com hash SHA-256, depois de normalizados: e-mail em minúsculas e sem espaços; telefone só com números e com o código do país, mesmo que todos os clientes sejam do Brasil (55 + DDD + número) (dados do cliente).
  • IP, navegador (client_user_agent), fbc e fbp vão sem hash. O fbc guarda o clique no anúncio e o fbp, o navegador; os dois saem dos cookies _fbc e _fbp que o pixel grava (fbc e fbp).

O action_source certo pra venda que acontece na conversa

O action_source diz onde a conversão aconteceu. Segundo a página Parâmetros do evento da documentação da Meta, quem usa a API de Conversões concorda que o valor enviado ali é correto, até onde sabe. Os valores mais úteis pra quem vende por WhatsApp:

Valor Quando usar
website Formulário ou compra no site
chat Conversão em app de mensagem (WhatsApp, por exemplo)
business_messaging Conversão vinda de anúncio de clique pro WhatsApp, Messenger ou Instagram
phone_call Venda fechada por telefone
physical_store Venda na loja ou no consultório
system_generated Conversão automática, como renovação de assinatura

A lista completa está nos parâmetros do evento.

Passo 5: deduplicar o pixel e a API de Conversões

Se o mesmo lead sai pelo pixel e pela API, a Meta precisa saber que é um lead. Isso se chama deduplicação, e a forma recomendada é simples: os dois eventos chegam com o mesmo nome e o mesmo identificador (deduplicação).

Deduplicação do pixel do Facebook com a API de Conversões: o evento do navegador com eventID e o do servidor com event_id iguais e o mesmo nome Lead viram um evento só, dentro de 48 horas
  • No pixel, o identificador é o quarto argumento: fbq('track', 'Lead', {}, {eventID: 'lead-8f3a2c'});
  • Na API, é o campo event_id: "event_id": "lead-8f3a2c".
  • O nome também tem que bater: Lead nos dois.
  • Janela de 48 horas. Eventos iguais que chegam nesse intervalo viram um só; se chegarem quase juntos (até 5 minutos), a Meta fica com o do navegador.
  • Um identificador por ação. Número do pedido ou id do formulário enviado servem. Dois leads diferentes com o mesmo event_id viram um.

A Meta também aceita deduplicar por fbp ou external_id iguais nos dois lados, mas esse método só funciona quando o evento do navegador chega primeiro. O event_id é o caminho seguro.

Passo 6: testar e medir a qualidade dos eventos

Teste antes de ligar de vez

No Gerenciador de Eventos, abra o pixel em Conjuntos de dados e clique na aba Eventos de teste (o passo a passo em português está na página Testar eventos do servidor da Central de Ajuda). A ferramenta gera um código de teste; mande esse código no campo test_event_code e os eventos aparecem na tela em tempo real (ferramenta de teste). Dois cuidados que a documentação faz questão de dizer: tire o test_event_code quando for pra produção, e saiba que evento de teste não é descartado: ele entra nos números do pixel.

Confira o que chegou

Depois de ligado, os eventos aparecem na tela do pixel, no Gerenciador de Eventos, em até 20 minutos, segundo a página de verificação. Nos detalhes de cada evento, olhe três coisas:

  • Deduplicação: a porcentagem de eventos deduplicados. Taxa baixa quer dizer que o event_id não está batendo.
  • Tempo de envio: quanto tempo passa entre a ação e o envio. Quanto mais perto do tempo real, melhor.
  • Qualidade da correspondência de eventos (EMQ): uma nota de 1 a 10 que diz o quanto os dados do evento ajudam a Meta a reconhecer a pessoa. A Central de Ajuda explica a nota em Sobre a qualidade da correspondência de eventos.

Qualidade da correspondência: a meta é 6 ou mais

A Meta recomenda buscar nota 6,0 ou mais na qualidade da correspondência dos eventos (verificação). Evento que não é reconhecido não entra na atribuição nem na otimização do anúncio; serve só pra medição básica. O que mais sobe a nota, segundo as boas práticas: e-mail, telefone, nome, IP e navegador, mais external_id, fbc e fbp sempre que existirem.

E o que não adianta: a Meta considera inválido o evento que traz só dados genéricos, como cidade, estado, CEP, país e navegador, sem nada que identifique a pessoa.

Erros comuns

  • Lead contado duas vezes: event_id diferente no pixel e na API, ou nomes diferentes (Lead num, lead_form no outro).
  • Telefone sem o 55: sem o código do país, o telefone não serve pra correspondência.
  • Hash no que não leva hash: IP, navegador, fbc e fbp vão como estão.
  • Token colado no código do site: qualquer um lê. Token mora no servidor.
  • test_event_code esquecido em produção.
  • Evento atrasado: venda registrada no sistema uma semana depois do fechamento passa dos 7 dias e derruba o envio.
  • fbc montado errado: o formato é fb.1. + o momento do clique em milissegundos + o fbclid.
  • Usar o servidor pra driblar quem recusou cookies. A API de Conversões não é atalho pra ignorar a escolha do visitante. Veja abaixo.

Consentimento e LGPD: o que muda com pixel e CAPI

O pixel grava cookies de publicidade no navegador, e a API manda dados pessoais (com hash, mas pessoais) pra Meta. Os dois são tratamento de dados pessoais, e a LGPD (Lei 13.709/2018), no art. 7º, lista as bases legais que autorizam esse tratamento: sem uma delas, não pode.

O que diz a autoridade de proteção de dados: segundo a ANPD, no Guia Orientativo Cookies e Proteção de Dados Pessoais (versão 1.0, outubro/2022), seção "Conceito e classificações › Categorias de cookies", os cookies usados pra exibir anúncios são não necessários. Na seção "Cookies e a LGPD › Hipóteses legais", o guia aponta o consentimento como a base mais apropriada pra cookies não necessários e diz que o legítimo interesse dificilmente será a base adequada quando os dados vão pra publicidade, especialmente com cookies de terceiros e rastreamento entre sites.

Na prática, quatro cuidados:

  1. Banner de cookies que funciona de verdade: segundo a ANPD, no mesmo guia, seção "Banners de cookies › O que observar na elaboração", os cookies baseados em consentimento ficam desativados por padrão e o banner tem botão pra rejeitar todos os não necessários. Na prática: quem recusa marketing não tem o pixel carregado, e, se a pessoa recusar depois de ter aceitado, os cookies _fbp e _fbc já gravados são apagados.
  2. Hash não é anonimização. A LGPD, no art. 12, só deixa de tratar como pessoal o dado anonimizado que não pode ser revertido com esforços razoáveis. O e-mail com hash é usado pela Meta justamente pra reconhecer a pessoa, então trate como dado pessoal.
  3. A política de privacidade conta o que vai pra Meta. Uma política de cookies separada por categorias ajuda: a do nosso site, por exemplo, divide em essenciais, origem da visita, medição e marketing, e diz o que é apagado quando a pessoa limita (Política de Privacidade e de Cookies).
  4. Formulário é outra coisa. Quem manda um formulário pedindo contato está te entregando os dados pra isso, e a LGPD, no art. 7º, V, prevê o tratamento pra procedimentos preliminares a um contrato, a pedido do titular. O que a recusa de cookies bloqueia é o rastreamento de publicidade no navegador, não o pedido de contato.

Isto não é parecer jurídico: na dúvida sobre a base legal do seu caso, fale com quem cuida da LGPD na empresa.

Como o app.smart envia conversões para a Meta

No app.smart, o pixel e a API de Conversões são configurados uma vez e passam a acompanhar o lead até a venda. O que está no manual:

1. Ligar o pixel com a API de Conversões. Em Marketing › Fontes › Gerenciador de Ads, aba Conexões, cartão Meta: você faz login com a conta do Facebook que administra o negócio e, no grupo Pixels (CAPI), marca os pixels. Isso cria a configuração da API já com o token do login, sem colar nada na mão. Quem preferir pode cadastrar pela aba Meta › Pixels & CAPI, no botão Adicionar Pixel: nome, ID do pixel, token, ativo, modo de teste e código de evento de teste (manual: Pixels e CAPI).

2. Landing pages com pixel e servidor juntos. Nas configurações do site das landing pages, o ID do pixel entra uma vez no bloco Rastreamento e vale pra todas as páginas. No bloco Server-side (Meta CAPI), você escolhe o pixel e o nome do evento (o padrão é Lead). Cada conversão sai pelo navegador e pelo servidor com o mesmo event_id, e a Meta conta uma vez (manual: rastreamento e Meta CAPI).

3. A venda fechada volta pro anúncio. Num fluxo ou numa automação do funil, a ação Enviar evento Meta CAPI manda o evento quando algo acontece no CRM. O exemplo clássico: negócio marcado como ganho dispara o evento com o valor real da venda (automações do funil). É o pedaço que o pixel sozinho nunca vê.

4. Cookies por endereço. O banner das landing pages tem modo por endereço, inclusive o rígido, em que nada carrega antes do aceite. Quem recusa tem os cookies de anúncio (_fbp, _fbc) apagados na hora (manual: LGPD e cookies).

Junto com a origem de cada lead, que começa na UTM certa no link (o guia de UTM explica e o gerador de UTM monta), dá pra responder "qual anúncio trouxe cliente", e não só "qual anúncio trouxe clique". Veja as landing pages e os relatórios do app.smart.

Quer ver o caminho do clique à venda? Na demonstração a gente mostra o pixel, a API de Conversões e a venda ganha voltando pra Meta numa conta de verdade. Agende uma demonstração. Se prefere que alguém cuide das campanhas pra você, conheça a gestão de tráfego pago da Smart².

Perguntas frequentes

O que é o pixel do Facebook?

É um código JavaScript que vai no site e registra o que as pessoas fazem depois de clicar num anúncio da Meta: páginas vistas, formulários enviados, compras. Com esses eventos, você mede o resultado das campanhas, cria públicos e ensina o anúncio a procurar gente parecida com quem converteu.

Pixel e API de Conversões são a mesma coisa?

Não. O pixel manda os eventos pelo navegador do visitante; a API de Conversões manda pelo servidor ou pelo CRM. A Meta recomenda usar os dois, com os mesmos eventos, e deduplicar com o mesmo nome e o mesmo event_id.

Onde encontro o ID do pixel do Facebook?

No Gerenciador de Eventos, clique em Conjuntos de dados, no menu à esquerda: o pixel aparece com o nome e a identificação, que é o ID.

Preciso de programador pra configurar a API de Conversões?

Não necessariamente. Plataformas de site, CRMs e ferramentas de marketing com integração pronta só pedem o ID do pixel e o token. Programador entra na integração direta, quando o seu sistema monta e envia os eventos.

Qual é a nota boa de qualidade da correspondência (EMQ)?

A Meta recomenda buscar 6,0 ou mais, numa escala de 1 a 10. Pra subir, mande e-mail e telefone com hash, IP e navegador, e os identificadores fbc, fbp e external_id quando existirem.

Por que meus eventos aparecem duplicados?

Quase sempre porque o pixel e a API mandam o mesmo evento com event_id diferente, ou com nomes diferentes. Os dois precisam ser idênticos, e chegar dentro de 48 horas.

Quanto tempo leva pra o evento aparecer no Gerenciador de Eventos?

A Meta diz que os eventos podem ser conferidos em até 20 minutos depois do envio. Na ferramenta de teste, aparecem na hora.

Fontes

Conferido em 04/10/2026.

Marcadores

#marketing#atribuicao#meta-capi

Quem escreve

Guilherme Augusto

Smart² MKT DIGITAL

Opera marketing digital, tráfego pago e vendas no WhatsApp pra dezenas de negócios brasileiros. Compartilha aqui o que aprende no dia a dia rodando campanhas e implantando CRM.

Quer testar o app.smart no seu negócio?

15 min com nosso time. Se fizer sentido, você sai com um plano de implementação.

WhatsAppLinkedIn

Continue lendo